DIR-07 — Seleção de Mercado, Clientes e Projetos
Documento canônico Costal — em desenvolvimento. Igor Reginato (03/05) sinalizou que esse material já é a referência para a estruturação das diretrizes e processos da Costal, ainda que precise de validação final. Ingerido em 2026-05-04 a partir do .docx original. Conteúdo abaixo preserva fidelidade ao documento-fonte.
Resumo: Critérios go/no-go de mercados, clientes e projetos; gatilhos de aceite e recusa
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COSTAL-POL-07.01 – Política de Desenvolvimento de Negócios
Código: COSTAL-POL-07.01
Diretriz relacionada:
• COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
• COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
• COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
• COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
Versão: R00
Empresa: Costal
1. Objetivo
Estabelecer as regras corporativas para o desenvolvimento de negócios da Costal, abrangendo prospecção, qualificação, estruturação e conversão de oportunidades, assegurando crescimento sustentável, previsibilidade de receitas, alinhamento estratégico, disciplina comercial e integração com a capacidade operacional, financeira e de execução da empresa.
2. Abrangência
Esta política aplica-se a:
- atividades de prospecção ativa e passiva de oportunidades;
- estruturação e gestão do pipeline comercial;
- participação em RFPs, concorrências privadas e oportunidades negociadas;
- áreas Comercial, Desenvolvimento de Negócios, Engenharia, Orçamentos, Suprimentos, PMO, Financeiro e Diretoria;
- todo o ciclo comercial, da geração do lead ao fechamento do contrato.
3. Referências
Esta política deve ser lida em conjunto com:
- COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
- COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
- COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
- COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
- COSTAL-POL-03.02 – Política de Planejamento Estratégico
- COSTAL-POL-03.03 – Política de Gestão de Portfólio de Projetos
- COSTAL-POL-03.04 – Política de Forecast e Previsibilidade Operacional
- COSTAL-POL-07.03 – Política de Go / No-Go de Projetos
- Estrutura de pipeline e processo comercial em COSTAL - STATUS DE ABERTURA DA EMPRESA R00 2026.03.08
- Modelo de pipeline, métricas e forecast em COSTAL - ESTRUTURAÇÃO ESTRATÉGICA DA OPERAÇÃO R00 2026.02.24 e COSTAL - ESTRUTURAÇÃO ESTRATÉGICA DA OPERAÇÃO R00 2026.02.24 (1)
4. Definições
- Desenvolvimento de negócios: conjunto de atividades destinadas à geração e conversão de oportunidades alinhadas à estratégia da Costal.
- Pipeline comercial: conjunto estruturado de oportunidades classificadas por estágio de maturidade.
- Oportunidade qualificada: oportunidade avaliada quanto a escopo, cliente, risco, margem e capacidade de execução.
- Forecast comercial: projeção de receitas baseada no pipeline ponderado por probabilidade de fechamento.
5. Princípios da Política
O desenvolvimento de negócios da Costal é orientado pelos seguintes princípios:
- crescimento disciplinado e sustentável;
- foco em valor e margem, não apenas volume;
- alinhamento com a capacidade operacional e financeira;
- previsibilidade de receitas por meio de pipeline estruturado;
- mitigação de riscos desde a fase comercial;
- transparência e rastreabilidade das decisões comerciais.
6. Regras Corporativas
-
Prospecção e geração de oportunidades
A prospecção deve seguir estratégia definida, com segmentos prioritários e proposta de valor clara. Devem ser utilizadas abordagens estruturadas de prospecção ativa e passiva. -
Estruturação e gestão do pipeline
Todas as oportunidades devem ser registradas e acompanhadas em pipeline comercial estruturado. O pipeline deve ser classificado por estágio (ex.: prospecção, qualificação, negociação, fechamento). -
Qualificação de oportunidades
Oportunidades devem ser qualificadas considerando cliente, escopo, riscos, margem esperada e capacidade de execução. Oportunidades não aderentes à estratégia devem ser descartadas ou reavaliadas. -
Integração com áreas técnicas e financeiras
A estruturação de oportunidades deve envolver Engenharia, Orçamentos, Suprimentos e Financeiro. É vedada a apresentação de propostas sem avaliação técnica e financeira adequada. -
Forecast e previsibilidade
O pipeline deve alimentar o forecast comercial e operacional. O forecast deve ser utilizado para planejamento de recursos e decisões executivas. -
Disciplina comercial e governança
Decisões comerciais relevantes devem respeitar alçadas e políticas aplicáveis. A aceitação de riscos comerciais deve ser consciente e formal.
7. Papéis e Responsabilidades
- Comercial / Desenvolvimento de Negócios: liderar prospecção, pipeline e relacionamento comercial.
- Engenharia / Orçamentos: apoiar avaliação técnica, escopo e custos.
- Suprimentos: apoiar análise de fornecedores e estratégia de contratação.
- PMO: avaliar aderência à capacidade de execução e impactos no portfólio.
- Financeiro: avaliar impactos em caixa, capital de giro e margem.
- Diretoria: definir diretrizes estratégicas e deliberar sobre oportunidades críticas.
8. Monitoramento e Conformidade
O cumprimento desta política pode ser monitorado por meio de:
- acompanhamento do pipeline e taxas de conversão;
- análise de aderência entre forecast e resultados realizados;
- auditorias internas de decisões comerciais;
- análise de oportunidades perdidas por falhas de qualificação.
Descumprimentos podem resultar em medidas corretivas.
9. Comunicação e Treinamento
Esta política deve ser comunicada às áreas Comercial, Engenharia, Orçamentos, Suprimentos, PMO, Financeiro e Diretoria, e incorporada aos processos de desenvolvimento de negócios.
10. Vigência
Esta política entra em vigor na data de sua aprovação.
11. Controle de Revisões
| Versão | Data | Descrição | Aprovador |
|---|---|---|---|
| R00 | AAAA.MM.DD | Emissão inicial | Diretoria |
COSTAL-POL-07.02 – Política de Prospecção e Qualificação de Oportunidades
Código: COSTAL-POL-07.02
Diretriz relacionada:
• COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
• COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
• COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
• COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
Versão: R00
Empresa: Costal
1. Objetivo
Estabelecer as regras corporativas para prospecção, identificação, registro e qualificação de oportunidades de negócios da Costal, assegurando foco em mercados e clientes estratégicos, disciplina comercial, previsibilidade de pipeline, mitigação de riscos desde a origem e alinhamento com a capacidade operacional, técnica e financeira da empresa, como previsto na estruturação do pipeline e do processo comercial da Costal.
2. Abrangência
Esta política aplica-se a:
- atividades de prospecção ativa e passiva de oportunidades;
- oportunidades oriundas de networking, indicações, parceiros, RFPs e concorrências privadas;
- processos de qualificação comercial, técnica e financeira;
- áreas Comercial, Desenvolvimento de Negócios, Engenharia, Orçamentos, Suprimentos, PMO, Financeiro e Diretoria;
- fase inicial do ciclo comercial, anterior à elaboração formal de propostas.
3. Referências
Esta política deve ser lida em conjunto com:
- COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
- COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
- COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
- COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
- COSTAL-POL-07.01 – Política de Desenvolvimento de Negócios
- COSTAL-POL-03.04 – Política de Forecast e Previsibilidade Operacional
- COSTAL-POL-07.03 – Política de Go / No-Go de Projetos
- Estrutura de pipeline, classificação de oportunidades e métricas comerciais em COSTAL - ESTRUTURAÇÃO ESTRATÉGICA DA OPERAÇÃO R00 2026.02.24 e COSTAL - STATUS DE ABERTURA DA EMPRESA R00 2026.03.08
4. Definições
- Prospecção: atividade de identificação e geração de potenciais oportunidades de negócio alinhadas à estratégia da Costal.
- Oportunidade: possibilidade concreta de contratação de serviços, ainda em fase inicial de avaliação.
- Qualificação de oportunidade: processo de análise estruturada da aderência da oportunidade quanto a cliente, escopo, riscos, margem e capacidade de execução.
- Pipeline comercial: base estruturada de oportunidades classificadas por estágio e grau de maturidade.
5. Princípios da Política
A prospecção e qualificação de oportunidades da Costal são orientadas pelos seguintes princípios:
- foco em mercados, clientes e projetos estratégicos;
- qualidade acima de volume;
- disciplina e método na prospecção;
- avaliação precoce de riscos;
- alinhamento com capacidade operacional e financeira;
- previsibilidade por meio de pipeline estruturado;
- rastreabilidade das decisões comerciais desde a origem.
6. Regras Corporativas
-
Prospecção estruturada
A prospecção deve seguir estratégia definida, com segmentos prioritários, perfil de cliente desejado e proposta de valor clara. Devem ser utilizadas abordagens estruturadas de prospecção ativa (ex.: contatos diretos, parceiros, empresas especializadas) e passiva (ex.: indicações, inbound). -
Registro obrigatório de oportunidades
Toda oportunidade identificada deve ser registrada em pipeline comercial oficial. Oportunidades não registradas não podem avançar no processo comercial. -
Qualificação inicial
Antes de avançar para proposta, a oportunidade deve ser qualificada considerando, no mínimo: perfil e credibilidade do cliente; aderência ao posicionamento estratégico da Costal; escopo preliminar e complexidade; riscos comerciais, técnicos e contratuais; potencial de margem e impacto financeiro; capacidade de execução no horizonte previsto. -
Classificação no pipeline
As oportunidades devem ser classificadas por estágio (ex.: prospecção, qualificação, negociação), conforme metodologia de pipeline adotada. A progressão entre estágios deve refletir aumento real de maturidade e probabilidade de fechamento. -
Integração com áreas técnicas e financeiras
Oportunidades com maior complexidade ou valor devem envolver, desde a qualificação, áreas técnicas, orçamentárias e financeiras. É vedado avançar oportunidades sem avaliação mínima de riscos e impactos. -
Descarte consciente
Oportunidades não aderentes à estratégia, com risco excessivo ou baixa atratividade devem ser descartadas formalmente. O descarte é parte do processo e reforça a disciplina comercial.
7. Papéis e Responsabilidades
- Comercial / Desenvolvimento de Negócios: liderar prospecção, registro e qualificação inicial das oportunidades.
- Engenharia / Orçamentos: apoiar avaliação técnica e de escopo quando requerido.
- Financeiro: apoiar análise preliminar de impactos financeiros e de capital de giro.
- PMO: apoiar avaliação de capacidade de execução e impactos no portfólio.
- Diretoria: definir diretrizes estratégicas e apoiar decisões em oportunidades sensíveis ou relevantes.
8. Monitoramento e Conformidade
O cumprimento desta política pode ser monitorado por meio de:
- análise da qualidade do pipeline (taxa de conversão, descarte e previsibilidade);
- aderência entre oportunidades qualificadas e resultados efetivos;
- auditorias internas de decisões comerciais iniciais;
- análise de recorrência de oportunidades mal qualificadas.
Descumprimentos podem resultar em medidas corretivas.
9. Comunicação e Treinamento
Esta política deve ser comunicada às áreas Comercial, Engenharia, Orçamentos, Suprimentos, PMO, Financeiro e Diretoria, e incorporada aos processos de onboarding e governança comercial.
10. Vigência
Esta política entra em vigor na data de sua aprovação.
11. Controle de Revisões
| Versão | Data | Descrição | Aprovador |
|---|---|---|---|
| R00 | AAAA.MM.DD | Emissão inicial | Diretoria |
COSTAL-POL-07.03 – Política de Go /No-Go de Projetos
Código: COSTAL-POL-07.03
Diretriz relacionada:
• COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
• COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
• COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
• COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
Versão: R00
Empresa: Costal
1. Objetivo
Estabelecer as regras corporativas para decisão de Go / No-Go de projetos e obras da Costal, assegurando que a empresa somente assuma projetos alinhados à sua estratégia, capacidade operacional, disciplina financeira e apetite a risco, protegendo margem, capital, previsibilidade e reputação.
2. Abrangência
Esta política aplica-se a:
- novas oportunidades de projetos e obras;
- processos comerciais, propostas e negociações;
- decisões de contratação de novos projetos;
- diretoria, gestores, comercial, engenharia, finanças e PMO;
- projetos públicos ou privados, em qualquer modalidade contratual.
3. Referências
Esta política deve ser lida em conjunto com:
- COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
- COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
- COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
- COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
- COSTAL-POL-01.02 – Estrutura de Decisão e Alçadas
- COSTAL-POL-04.01 – Política de Gestão de Riscos
- COSTAL-POL-09.01 – Política Financeira e de Tesouraria
- COSTAL-POL-09.03 – Política de Capital de Giro
- COSTAL-POL-05.01 – Política de Gestão de Projetos e Obras
- Riscos estratégicos e premissas críticas em COSTAL - ESTRUTURAÇÃO ESTRATÉGICA DA OPERAÇÃO R00 2026.02.24
4. Definições
- Go / No-Go: decisão formal de prosseguir (Go) ou recusar (No-Go) uma oportunidade de projeto.
- Oportunidade: projeto potencial em fase de prospecção, proposta ou negociação.
- Capacidade operacional: disponibilidade real de estrutura, equipe, capital e gestão para execução do projeto.
- Apetite a risco: nível de risco que a Costal aceita assumir, conforme sua estratégia e governança.
5. Princípios da Política
A decisão de Go / No-Go da Costal é orientada pelos seguintes princípios:
- seletividade acima de volume;
- previsibilidade acima de crescimento acelerado;
- disciplina financeira e de capital;
- risco entendido antes de ser assumido;
- coerência entre proposta, contrato e execução;
- liberdade institucional para dizer não a projetos desalinhados.
6. Regras Corporativas
-
Obrigatoriedade de decisão formal
Toda nova oportunidade de projeto deve passar por decisão formal de Go / No-Go, antes da apresentação final de proposta vinculante ou assinatura de contrato. É vedada a contratação de projetos sem decisão formal de Go. -
Critérios mínimos de avaliação
A decisão de Go / No-Go deve considerar, no mínimo: alinhamento estratégico com a Costal; perfil e risco do cliente; modalidade e riscos contratuais; margem esperada e retorno ajustado ao risco; impacto em capital de giro e caixa; capacidade operacional e de gestão; riscos técnicos, jurídicos e de execução. -
Integração com gestão de riscos
A decisão de Go deve estar suportada por análise prévia de riscos, em alinhamento com a Política de Gestão de Riscos. Riscos críticos devem ser explicitados, mitigados ou deliberadamente aceitos. -
Capacidade e prioridade
Mesmo projetos viáveis podem ser classificados como No-Go caso excedam a capacidade operacional disponível, comprometam projetos já contratados ou pressionem de forma excessiva capital de giro ou garantias. -
Vedação a decisões emocionais ou oportunistas
É vedada a aprovação de projetos baseada exclusivamente em: volume de receita; relacionamento pessoal; pressão comercial de curto prazo; expectativa não comprovada de aditivos futuros. -
Escalonamento e alçadas
Projetos com alto valor, risco elevado ou impacto relevante em capital ou estrutura devem ser deliberados em instância superior, conforme as alçadas de decisão estabelecidas. -
Registro e rastreabilidade
As decisões de Go / No-Go devem ser formalmente registradas, justificadas com base nos critérios adotados e mantidas para fins de rastreabilidade e aprendizado organizacional.
7. Papéis e Responsabilidades
- Diretoria: definir critérios estratégicos, apetite a risco e deliberar sobre projetos críticos.
- Comercial: estruturar a oportunidade e fornecer informações completas para análise.
- Engenharia / PMO: avaliar riscos técnicos, prazo e capacidade de execução.
- Financeiro: avaliar margem, retorno, capital de giro e impacto financeiro.
- Jurídico / Compliance: apoiar análise de riscos contratuais e legais.
8. Monitoramento e Conformidade
O cumprimento desta política pode ser monitorado por meio de:
- auditorias de contratos e projetos;
- análise de projetos problemáticos ou com desvios relevantes;
- revisões periódicas do portfólio contratado.
Descumprimentos podem resultar em medidas corretivas e disciplinares.
9. Comunicação e Treinamento
Esta política deve ser comunicada às áreas envolvidas e incorporada aos processos comerciais, de engenharia e governança executiva da Costal.
10. Vigência
Esta política entra em vigor na data de sua aprovação.
11. Controle de Revisões
| Versão | Data | Descrição | Aprovador |
|---|---|---|---|
| R00 | AAAA.MM.DD | Emissão inicial | Diretoria |
COSTAL-POL-07.04 – Política de Precificação e Margem
Código: COSTAL-POL-07.04
Diretriz relacionada:
• COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
• COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
• COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
• COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
Versão: R00
Empresa: Costal
1. Objetivo
Estabelecer as regras corporativas para definição de preços e margens dos projetos e serviços da Costal, assegurando precificação técnica, sustentável e alinhada ao risco, à estrutura de custos, à capacidade de execução e à estratégia da empresa, protegendo a margem, a previsibilidade financeira e a geração de valor ao longo do ciclo do projeto.
2. Abrangência
Esta política aplica-se a:
- precificação de propostas técnicas e comerciais;
- definição de margens em projetos, obras e serviços;
- revisões de preço e margem decorrentes de mudanças de escopo ou condições;
- áreas Comercial, Orçamentos, Engenharia, Suprimentos, PMO, Financeiro e Diretoria;
- todo o ciclo de formação de preço, da oportunidade à assinatura do contrato.
3. Referências
Esta política deve ser lida em conjunto com:
- COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
- COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
- COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
- COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
- COSTAL-POL-07.01 – Política de Desenvolvimento de Negócios
- COSTAL-POL-07.02 – Política de Prospecção e Qualificação de Oportunidades
- COSTAL-POL-07.03 – Política de Go / No-Go de Projetos
- COSTAL-POL-09.01 – Política Financeira e de Tesouraria
- COSTAL-POL-09.03 – Política de Capital de Giro
- Premissas de margem, contribuição e riscos comerciais em COSTAL - ESTRUTURAÇÃO ESTRATÉGICA DA OPERAÇÃO R00 2026.02.24
- Revisões de precificação e proteção de margem em 23_02 - Ata Comitê Financeiro
4. Definições
- Precificação: processo de definição do preço de venda com base em custos, riscos, margem desejada e estratégia.
- Margem: diferença entre receita contratada e custos totais estimados do projeto.
- Net Contribution: contribuição líquida real do projeto após absorção de custos diretos e indiretos relevantes.
- Risco de precificação: risco de perda de margem ou inviabilidade financeira por preço inadequado.
5. Princípios da Política
A precificação e definição de margem na Costal são orientadas pelos seguintes princípios:
- preço técnico acima de preço oportunista;
- margem protegida desde a origem do contrato;
- consideração explícita de riscos e complexidade;
- alinhamento entre preço, escopo e capacidade de execução;
- foco em contribuição líquida e previsibilidade, não apenas margem percentual;
- disciplina e rastreabilidade nas decisões de preço.
6. Regras Corporativas
-
Formação de preço
O preço deve ser formado a partir de orçamento técnico detalhado, incluindo custos diretos, indiretos, riscos e margem. É vedada a definição de preço sem base técnica e financeira documentada. -
Definição de margem
A margem deve refletir o risco, a complexidade, o prazo e a estrutura do projeto. Margens mínimas ou faixas de referência devem ser respeitadas conforme diretrizes vigentes. -
Integração com risco e capital de giro
A precificação deve considerar impactos em capital de giro, fluxo de caixa e garantias. Projetos com alto consumo de caixa ou risco elevado devem ter margem compatível. -
Governança e aprovação
Desvios relevantes de margem ou exceções devem ser aprovados conforme alçadas definidas. A aceitação consciente de margem reduzida deve ser formal e justificada. -
Revisão e engenharia de valor
Sempre que aplicável, deve-se buscar engenharia de valor para melhoria de margem sem perda de competitividade. -
Monitoramento pós-contrato
A margem contratada deve ser monitorada ao longo da execução. Desvios relevantes devem ser analisados para retroalimentação do processo de precificação.
7. Papéis e Responsabilidades
- Orçamentos: estruturar custos, composições e margens técnicas.
- Comercial: alinhar estratégia de preço ao mercado e posicionamento.
- Engenharia / Suprimentos: apoiar otimização técnica e de custos.
- Financeiro: avaliar impactos em caixa, capital de giro e contribuição líquida.
- PMO: avaliar viabilidade de execução e impactos no portfólio.
- Diretoria: deliberar sobre exceções e decisões estratégicas de preço.
8. Monitoramento e Conformidade
O cumprimento desta política pode ser monitorado por meio de:
- análise de margem contratada vs. realizada;
- revisões periódicas de precificação e rentabilidade;
- auditorias internas de decisões de preço;
- análise de recorrência de perdas de margem.
Descumprimentos podem resultar em medidas corretivas.
9. Comunicação e Treinamento
Esta política deve ser comunicada às áreas Comercial, Orçamentos, Engenharia, Suprimentos, PMO, Financeiro e Diretoria, e incorporada aos processos de elaboração de propostas.
10. Vigência
Esta política entra em vigor na data de sua aprovação.
11. Controle de Revisões
| Versão | Data | Descrição | Aprovador |
|---|---|---|---|
| R00 | AAAA.MM.DD | Emissão inicial | Diretoria |
COSTAL-POL-07.05 – Política de Recusa Estratégica de Oportunidades
Código: COSTAL-POL-07.05
Diretriz relacionada:
• COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
• COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
• COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
• COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
Versão: R00
Empresa: Costal
1. Objetivo
Estabelecer as regras corporativas para a recusa estratégica de oportunidades de negócios pela Costal, assegurando disciplina comercial, proteção de margem, mitigação de riscos, foco em projetos aderentes à estratégia e alinhamento entre crescimento, capacidade operacional e previsibilidade financeira.
2. Abrangência
Esta política aplica-se a:
- oportunidades comerciais em fase de prospecção, qualificação ou negociação;
- propostas técnicas e comerciais em avaliação;
- decisões de não participação em RFPs, concorrências ou negociações diretas;
- áreas Comercial, Desenvolvimento de Negócios, Engenharia, Orçamentos, PMO, Financeiro e Diretoria;
- todo o processo decisório anterior à submissão de proposta ou assinatura de contrato.
3. Referências
Esta política deve ser lida em conjunto com:
- COSTAL-DIR-07 – Seleção de Mercados, Clientes e Projetos
- COSTAL-DIR-03 – Criação de Valor e Previsibilidade
- COSTAL-DIR-04 – Gestão de Riscos
- COSTAL-DIR-09 – Disciplina Financeira e Capital
- COSTAL-POL-07.01 – Política de Desenvolvimento de Negócios
- COSTAL-POL-07.02 – Política de Prospecção e Qualificação de Oportunidades
- COSTAL-POL-07.03 – Política de Go / No-Go de Projetos
- COSTAL-POL-07.04 – Política de Precificação e Margem
4. Definições
- Recusa estratégica: decisão consciente e fundamentada de não prosseguir com determinada oportunidade.
- Oportunidade não aderente: oportunidade que não atende aos critérios estratégicos, financeiros, técnicos ou de risco da Costal.
- Disciplina comercial: capacidade de dizer “não” a oportunidades que comprometam margem, execução ou reputação.
5. Princípios da Política
A recusa estratégica de oportunidades na Costal é orientada pelos seguintes princípios:
- crescimento com controle é prioridade sobre crescimento por volume;
- margem, risco e previsibilidade são critérios inegociáveis;
- dizer “não” faz parte da estratégia;
- proteção da capacidade operacional e da reputação institucional;
- decisões conscientes, técnicas e rastreáveis;
- intolerância a projetos que dependam de improviso ou exceções recorrentes.
6. Regras Corporativas
-
Obrigatoriedade de avaliação de recusa
Toda oportunidade deve ser avaliada não apenas pelo potencial de ganho, mas também pelos motivos para não avançar. A ausência de critérios claros de recusa compromete a disciplina comercial e não é permitida. -
Critérios para recusa estratégica
Uma oportunidade deve ser recusada, total ou parcialmente, quando apresentar, isolada ou cumulativamente: margem insuficiente ou incompatível com o risco; consumo excessivo de capital de giro ou exposição financeira inadequada; riscos técnicos, contratuais ou operacionais elevados; desalinhamento com a estratégia, posicionamento ou mercados prioritários; escopo mal definido ou sujeito a mudanças não controláveis; cliente com histórico de inadimplência, conflitos ou governança frágil; impacto negativo relevante na capacidade operacional ou no portfólio. -
Integração com Go / No-Go
A recusa estratégica complementa o processo de Go / No-Go, reforçando a análise de viabilidade e risco. Projetos recusados devem ter seus motivos registrados para aprendizado organizacional. -
Registro e rastreabilidade
A decisão de recusa deve ser registrada no pipeline ou sistema oficial. Sempre que aplicável, os motivos da recusa devem ser documentados de forma objetiva. -
Comunicação interna
A recusa de oportunidades deve ser comunicada de forma clara às áreas envolvidas. A decisão deve ser compreendida como ato de governança, não como falha comercial. -
Aprendizado e retroalimentação
As recusas devem alimentar análises periódicas de mercado, estratégia e posicionamento. Padrões recorrentes de recusa devem gerar ajustes estratégicos ou de processo.
7. Papéis e Responsabilidades
- Comercial / Desenvolvimento de Negócios: identificar e propor recusas estratégicas fundamentadas.
- Engenharia / Orçamentos: apoiar avaliação técnica, riscos e viabilidade.
- Financeiro: avaliar impactos financeiros, margem e capital de giro.
- PMO: avaliar impactos na capacidade de execução e portfólio.
- Diretoria: deliberar sobre recusas estratégicas relevantes ou sensíveis.
8. Monitoramento e Conformidade
O cumprimento desta política pode ser monitorado por meio de:
- análise periódica das oportunidades recusadas;
- correlação entre recusas e preservação de margem/resultados;
- auditorias internas de decisões comerciais;
- análise de exceções recorrentes ou decisões desalinhadas.
Descumprimentos podem resultar em medidas corretivas.
9. Comunicação e Treinamento
Esta política deve ser comunicada às áreas Comercial, Engenharia, Orçamentos, PMO, Financeiro e Diretoria, e integrada aos treinamentos de governança comercial.
10. Vigência
Esta política entra em vigor na data de sua aprovação.
11. Controle de Revisões
| Versão | Data | Descrição | Aprovador |
|---|---|---|---|
| R00 | AAAA.MM.DD | Emissão inicial | Diretoria |